Documentário explora os turbulentos últimos anos de Stan Lee

Documentário explora os turbulentos últimos anos de Stan Lee

Os últimos anos de Stan Lee capturados em filme

No crepúsculo da vida de Stan Lee, o cineasta Jon Bolerjack se tornou parte integrante do universo do ícone da Marvel, acompanhando-o em várias convenções de histórias em quadrinhos e estreias de filmes. Bolerjack registrou essas experiências com sua câmera, capturando momentos emocionantes e trocas francas na residência de Lee em Hollywood Hills. No entanto, ele também documentou comportamentos problemáticos dentro do círculo interno de Lee, lançando luz sobre um aspecto mais sombrio dos últimos anos do lendário criador.

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Após anos de trabalho, Bolerjack revelou seu documentário intitulado Stan Lee: The Final Years, um projeto que havia sido mantido em segredo até agora. Junto com o lançamento de um trailer emocionante, ele lançou uma campanha no Kickstarter para garantir fundos necessários para a conclusão do filme, no qual ele já investiu centenas de milhares de dólares.

Um período tumultuado

Os últimos anos da vida de Lee foram bem documentados, especialmente os relatos perturbadores de abuso de idosos que surgiram em uma investigação de 2018 do The Hollywood Reporter. As alegações apontavam para uma luta de poder tóxica em torno do controle sobre seus cuidados e propriedade. A perspectiva de Bolerjack sugere que a situação era ainda mais terrível do que o relatado, alegando que Lee enfrentava desordem financeira no momento de sua morte em novembro de 2018, aos 95 anos.

Insights do Trailer

O trailer do documentário revela uma narrativa pungente de um ícone envelhecido, exausto de constantes aparições em sessões de autógrafos de histórias em quadrinhos. Embora não especifique todos os que aparecem na filmagem, inclui notavelmente Max Anderson, o antigo empresário de Lee que foi ligado às investigações anteriores e negou quaisquer alegações de má conduta associadas ao seu papel na vida de Lee.

Um relacionamento único

Bolerjack, um apaixonado por histórias em quadrinhos e graduado em cinema, conheceu Lee uma década antes por meio de um conhecido mútuo enquanto lançava um conceito de reality show. Essa conexão evoluiu para um relacionamento profissional e pessoal próximo, pois Bolerjack se tornou parte da comitiva de Lee.

Advogando por Stan Lee

Ao testemunhar a tensão da agenda exigente de Lee — viagens frequentes e extensas sessões de autógrafos — Bolerjack reconheceu o preço que isso estava cobrando do bem-estar da lenda da Marvel. Ele se esforçou para mitigar os fardos de Lee e, apesar de violar a “regra cardeal” da produção de documentários ao se envolver emocionalmente com seu tema, sentiu-se compelido a apoiá-lo.

“Eu passei a vê-lo como um amigo, como uma família, e eu realmente queria estar lá para defendê-lo”, disse Bolerjack, notando seus esforços para defender intervalos na agenda.“Eu estava fazendo o melhor que podia.”

Permissão e Perspectiva

Embora Lee fosse conhecido por sua imagem pública eternamente otimista, o que poderia levar alguém a supor que ele poderia se esquivar de revelar os pontos baixos de sua vida, Bolerjack afirma que Lee apoiou o compartilhamento de sua história. Bolerjack relembra conversas com Lee sobre o projeto, mesmo no final de sua vida, e observou que Lee parecia preparado para transformar suas experiências em um conto de advertência.

“Falei com ele sobre isso longamente, mesmo no final de sua vida”, comentou Bolerjack.“Acho que ele queria que isso fosse um tipo de aviso.”

Para mais informações e atualizações sobre o documentário de Bolerjack, visite o Hollywood Reporter.

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